Estudo aponta que curados da Covid-19 que se vacinam adquirem superimunidade

Um estudo mostra novas evidências de que as pessoas que já tiveram Covid-19 vacinam adquirem mais proteção contra novos quadros sintomáticos, hospitalizações e mortes. A pesquisa brasileira, conduzida por pesquisadores da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) foi publicada na revista The Lancet – Infectious Diseases. De acordo com o Metropoles, parceiro do Bahia Notícias, o estudo descobriu que todas as quatro vacinas disponíveis no Brasil – Pfizer, AstraZeneca, Coronavac e Janssen – oferecem proteção adicional significativa para pessoas que tiveram a doença em um prazo de até três meses. Os cientistas analisaram dados de 213.457 pessoas que tiveram doença sintomática entre 24 de fevereiro de 2020 e 11 de novembro de 2021. A “imunidade híbrida”, como é chamada a resposta imunológica adquirida via vacinas e infecção, teve melhor resultado entre os vacinados com Pfizer e AstraZeneca, com proteção de 90% contra hospitalização ou morte 14 dias ou mais dias após a segunda dose. Já a Coronavac apresentou proteção de 81,3% e a Janssen de 57,7%. 

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