Bruno Reis não descarta queima de fogos no Réveillon, mesmo sem o Festival Virada

A virada do ano em Salvador pode ter algum resquício da magia que era o Réveillon na cidade antes da pandemia. Apesar de ter cancelado o Festival Virada, festa com mais de 3 dias que acontecia na capital baiana e marcava a chegada de um novo ciclo, o prefeito Bruno Reis (DEM), não descarta a realização de outras ativações no período do fim de ano. Questionado durante a entrega do CRAS de Castelo Branco na última segunda-feira (29), sobre a possibilidade da queima de fogos no dia 31 de dezembro, o gestor afirmou que o cenário estava sendo avaliado pela Prefeitura. “Ainda vou ver o que é possível fazer, vamos avaliar. Outras ativações dá para serem realizadas, avaliando o cenário mais próximo, porém, sempre evitando aglomerações. Não é uma decisão fácil cancelar a festa da virada esse ano, a gente sabe da importância para a economia da nossa cidade, mas também a gente sempre colocou e vem colocando a vida em primeiro lugar. Vamos ver se é possível fazer alguma coisa e o que será possível”. É possível que a queima de fogos siga o formato da virada de 2020 para 2021, em locais selecionados pela Prefeitura e sem divulgação prévia para evitar aglomeração. A cidade deve receber mais de 10 festas particulares no período do Réveillon. “É um outro momento esse ano. Nós temos a vacina, temos que levar em consideração que temos 99% com a primeira dose, 88% com a segunda, 15% com a terceira. Em relação as outras ações, nós temos um tempo para definir. Sobre o Festival Virada não dava para passar de hoje. Nos próximos dias, a depender de todas as consequências, do avanço da vacinação, se a variante vai chegar ao Brasil ou não, se ela é mais contagiosa que a Delta ou mais agressiva, assim que tiver as respostas, nós iremos anunciar (novas ações)”. 

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