Estado da Bahia completa um ano de vacinação contra a Covid-19 com mais de 21 milhões de doses aplicadas

A Bahia completou, nesta quarta-feira (19), um ano do início da vacinação contra a Covid-19. A primeira dose aplicada na enfermeira Maria Angélica de Carvalho Sobrinho, de 53 anos, em evento com a presença do governador Rui Costa (PT), realizado na sede das Obras Sociais Irmã Dulce (Osid), em Salvador, marcou um tempo de esperança para o povo baiano. Desde então, a Bahia recebeu 27 milhões de doses e já aplicou mais de 21 milhões, entre primeira e segunda dose, dose única e de reforço, de todos os imunizantes atualmente autorizados para uso no Brasil: CoronaVac, AstraZeneca, Pfizer e Janssen. O Governo do Estado tem atuado com uma logística que garante a entrega das vacinas recebidas em menos de 12 horas para os 417 municípios baianos. Cada cidade recebe as vacinas de acordo com o número de população, usando como base os dados do IBGE de 2020. Para a secretária da Saúde (Sesab), Tereza Paim, já é possível evidenciar o impacto que a vacinação teve na queda no número de infectados e mortos pela doença. “Nesta quarta-feira (19), completamos um ano desde o início da vacinação e podemos fazer um comparativo entre o número de casos confirmados e internados nesse período. Em março de 2021, 7.960 pessoas estavam confirmadas e internadas, e em dezembro do mesmo ano, 557 pessoas. A taxa de mortalidade também sofreu uma queda. Em março de 2021, nós tínhamos 23,4 mortes para cada cem mil habitantes, e em dezembro chegamos a 1,4”, comparou. A secretária ainda alerta que a imunização completa é que garante uma maior proteção contra a doença. “Para combatermos o avanço do vírus é necessário que todas as pessoas vão se vacinar. Ainda temos mais de 2 milhões de pessoas que não tomaram a segunda dose e a vacina salva e vem salvando vidas. É importante que as pessoas busquem as unidades de saúde para se vacinarem contra a doença, incluindo também a dose de reforço. O esquema completo de vacinação dá uma maior garantia de defesa contra a doença.” A primeira baiana imunizada, Maria Angélica, que atua na linha de frente contra a Covid-19 e contraiu a doença entre a primeira e a segunda dose, aplicada no dia 20 de março de 2021, relata que foi atendida no Instituto Couto Maia (Icom) com sintomas leves. “Graças à primeira dose da vacina, tive boas respostas e me recuperei rapidamente. É apenas a imunização que nos protege para não termos sintomas graves e não precisarmos de internação, é fundamental para não perdermos nossas pessoas queridas. Hoje já completei todo o esquema vacinal, mas continuo usando máscara, álcool em gel e evitando aglomerações”.

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