Voluntários produzem 1.000 máscaras e doam para hospitais e abrigos

A escassez de máscaras de proteção nas farmácias e mercados de Dourados (MS) motivou 30 voluntários a confeccionar máscaras reutilizáveis de tecido para serem doadas a abrigos, postos de saúde e a profissionais da segurança pública para a prevenção do coronavírus (Covid-19). O projeto Corrente do Bem foi criado pela advogada Bárbara Palomanes Rasslan. Há alguns dias ela saiu para comprar máscaras de proteção para sua família, mas não encontrou o produto. A advogada então confeccionou o material e compartilhou o resultado nas redes sociais, motivando outras pessoas a fazerem o mesmo. Com a ajuda de uma amiga, Bárbara escolheu a matéria-prima ideal – um tecido resistente e capaz de barrar bactérias e vírus, sem atrapalhar a respiração das pessoas. A opção mais viável foi utilizar duas camadas de TNT grosso que revestem um feltro fino que não tem contato com a pele dos usuários. “Diante do resultado positivo eu comprei o material e fiz uma primeira leva de 65 máscaras e distribuí no Lar dos Idosos”. “Postei algumas fotos e uma amiga minha, a Simone Espinoza viu e abraçou a causa. Com a ajuda dela e de outros voluntários foi criado um grupo de Whatssapp e a rede de colabordores ampliou. Costumo dizer que não são só voluntários, mas sim anjos que se propuseram a trabalhar para ajudar o próximo”, contou. As máscaras são distribuídas por agentes da Guarda Municipal de Dourados, priorizando os principais grupos de risco. Até agora, mais de 1.000 máscaras foram produzidas pelo Corrente do Bem. Participe do nosso canal no Telegram e receba todas as matérias e novidades do Razões, clique aqui. “Estou muito feliz porque quando comecei cheguei e me sentir sozinha nesse projeto, mas começaram a aparecer pessoas, que não me conheciam, mas que acreditaram na proposta e começaram a ajudar. Hoje conseguimos fazer cerca de 200 máscaras por dia, sem receber nada em troca. Tudo isso por puro voluntariado e pelo prazer de ajudar o próximo”, afirmou Bárbara.

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