Pais resgatam brincadeiras de rua com os filhos para combater vício em tecnologia

Pular amarelinha, andar de carrinho de rolimã, brincar de pega-pega, jogar pião ou queimada – brincadeiras que fizeram parte do cotidiano de muitas crianças de ontem, os adultos de hoje, são menos frequentes no imaginário da gerações mais novas. Hoje, temos computadores, tablets e celulares que substituem as brincadeiras antigas. Porém, são cada vez mais frequentes os pais que têm incentivado os filhos a brincarem ao ar livre. A professora Ana Beatriz Magalhães, 27 anos, é um bom exemplo dessa ‘contrarrevolução’. Mãe do Samuel, 4 anos, e Ricardo, 2 anos, ela tem motivado os filhos a brincarem entre si e evitarem a televisão. Pinturas, massinha de modelar, pique-esconde e bola tornaram-se parte da rotina das crianças. “Nos primeiros dois anos de vida do meu segundo filho, ainda deixávamos a TV ligada enquanto brincávamos com o mais velho.